Du’a Khalil Aswad: vítima da religião que prega o ódio em nome de Deus.

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7 de Junho de 2011 por wesleycoresma

Uma garota adolescente deitada no chão ema uma poça do seu próprio sangue.
Sua saia removida para aumentar sua humilhação.
Em uma outra imagem, ela está de lado, sua cara desfigurada e ensanguentada, praticamente irreconhecível.
O bloco de concreto utilizado para esmagar seu rosto fica caido á seu lado.
Du’a Khalil Aswad foi espancada, chutada e apedrejada por 30 minutos nas mãos de linchadores até que um dos seus agressores arremessou um golpe fatal.
Assasinada por ter se apaixonado.
O assasinato aconteceu em público, sendo visto por centenas de homens comemorando e gritando. Qual o crie de Du’a? ter se apaixonado por um garoto Sunni.
A familia dela pratica a religião Yezidi. Os Sunnis e os Yezidis se odeiam..
As imagens aterrorizantes, que expressão o real sentido da religião, foram capturadas por alguns observadores e participantes que acharam que seria conveniente gravar estas cenas de barbarie. A imagens foram capturadas em uma número de celulares e posteriormente publicadas na internet.
Não tenho nenhum prazer em publicar estas imagens aqui, mas acredito que quanto mais divulgado este tipo de informação, maiores as chances de que isso não ocorra novamente.
Alguns observadores indicam que há um número crescente de “assasinatos de honra” ocorrendo no Iraq desde a queda de Saddam Hussein.
Ela vivia com a sua família na cidade de Bashika, perto de Mosul, sua família não era nem rica nem podbre.
Acredita-se que ela conheceu seu namorado Sunni vários meses antes.
Du’a e seu namorado sabiam que seu amor era proibido, mas como tantos outros adolescentes antes deles, como em Romeu e Julieta, eles não conseguiram se controlar.
Por algum tempo eles se econtraram em segredo, foi numa destes encontros secretos que eles tiveram a idéia de fugirem juntos.
Não está claro se a atitude desesperada foi resultado de não ter recebido permissão para casar, ou se eles decidiram fugir sabendo que nunca tal permissão seria concedida.
Alguns grupos de Mussulmanos afirmam que Du’a se converteu ao Islam brevemente antes de seu assasinato, de acordo com outras fontes, seu namorado nega.
Eles fugiram juntos para um local em Bashika, a família da garota alertou a polícia e Du’a e seu namorado foram encontrados poucos dias depois.
Du’a foi capturada e colocada na cadeia.
Alguns dias mais tarde, a polícia aparentemente recebeu confirmações do líder da tribo dela que a garota não seria machucada, a Sra. Nammi (uma ativista pelos direitos das mulheres Kurdi) acredita ser o tiu de Du’a o líder desta tribo.
O que aconteceu depois é conflitante entre as reportagens, uns afirmam que a massa de linchadores invadiram a casa do lider da tribo, arrastaram Du’a e a mataram.
A Sra. Nammi porém diz que tem a informação de que foi o lider da tribo que traiu sua sobrinha, pois aos olhos dele, ela teria feito algo inadmissível, a massa de linchadores invadiu a casa e Du’a foi arrastada de lá e assasinada.
A honra da família havia sido manchada, no momento em que Du’a havia sido colocada naquela casa, o seu destino já estava selado.
Em 7 de abril, Du’a foi trazida pra fora da casa em uma chave de braço para encarar a massa de linchadores, centenas de homens esperavam por ela, a atmosfera do eventos é dito ter sido igual á de um evento de esporte. Não havia nenhuma mulher entre as pessoas.
No video, os gritos de Du’a podem ser ouvidos enquanto ela é arrastada no chão. Mais humilhação, as partes de baixo de sua roupa são arrancadas.
Instintivamente, ela tenta se cobrir, mas somente mais tarde um pedaço de pano é jogado sobre ela.
Ela é cercada por uma enorme quantidade de homens, disputando por um melhor local para visualizar o assasinato ritualista. Aproximadamente nove homens são identificados como os agressores, e é dito que entre eles há membros da família da garota.


É um espetáculo profundamente perturbador. Um homem chuta ela com muita força no meio das pernas enquanto ela grita em agonia. Du’a tenta se levantar, mas alguem joga um bloco de concreto no seu rosto. Outro homem pisa no seu rosto, alguem chuta ela no estomago. Oficiais de polícia assistem sem fazer nada apreciando o espetáculo junto com os demais.
Enquanto isso, outros gravam tudo em seus celulares.
Após meia hora de selvageria, Du’a está finalmente morta. Em uma humiliação final, um homem tenta levantar ela, mas deixa ela cair, e seu corpo ensanguentado e rolado com o rosto para o chão na sua própria poça de sangue. A honra da familíla está restaurada.
Du’a foi enterrada em uma cova sem nome. Mais tarde, afirma Sra. Nammi, seu corpo foi exumado por autoridades Krdi, que tem autonomia na região, e enviado a instituto medico legal em Monsul. Lá seu corpo foi examinado para descobrir se ela era virgem ou não, e depois retornado ao cemiterio Sheikh Shams.
Os legistas constataram que Du’a era virgem e portanto inocente do “crime” que foi punida. Porém, Sra. acredita que apenas o simples fato dela ter fugido com seu namorado Sunni teria suficiente para ela ter sido sentenciada á morte.  Fonte: Blog) wesleycoresma.wordpress.com)   Com informações BallyBlog

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