Convocação encoraja cristãos no ministério de prisão

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22 de Junho de 2011 por wesleycoresma

No Benin, os prisioneiros são tão apertados que parecem um emaranhado de membros na imundície. Na Venezuela, mais de 360 presos são mortos a cada ano, e os corpos em Zimbabwe já estariam empilhados nos corredores, devido à superlotação no necrotério.

São em lugares como esses que cristãos de muitos países ministram aos prisioneiros, alguns dos quais esperaram anos sem o seu caso ser levado a julgamento.

De 28 junho a 2 julho, os cristãos no ministério de prisão oriundos de mais de 100 países se reunirão na Convocação Internacional Prison Fellowship, em Toronto, Canadá.

O presidente da associação, Ron Nikkel, espera que seja um tempo de encorajamento para os voluntários que atuam na prisão.

“A tarefa do ministério de prisão é assustadora”, disse ele.

“A Convocação Mundial fornece a oportunidade para que todos que trabalham no ministério da prisão se unam e motivem uns aos outros. Ele está focado em como podemos trabalhar de forma mais eficaz, mas também em compartilhar testemunhos para edificar uns aos outros.”

Há cerca de 50 mil voluntários em todo o mundo cadastrados no PFI (sigla da associação em inglês).

Em muitos dos 119 países onde opera o PFI, as prisões são cercadas de problemas como a extrema superlotação, ventilação deficiente, escassez de alimentos, saneamento precário e surtos de violência. Os ministros cristãos estão frequentemente nestes ambientes com pouco apoio, diz Nikkel.

“A maioria das pessoas envolvidas no trabalho prisional encontram-se nas margens do ministério. Eles muitas vezes carecem de sistemas de apoio – seja espiritual ou material”, afirma.

Os oradores da Convocação deste ano incluem o ex-presidente da Associação Internacional de Capelães em Prisão, Pierre Allard, o renomado autor Philip Yancey, o bispo anglicano e presidente da Unidade Nacional e Reconciliação em Ruanda, John Rucyahana e o ativista de direitos humanos Theary C. Seng.

A convocação vai expor pinturas, desenhos e esculturas de prisioneiros criadas para uma competição internacional.
Nikkel disse: “Há muita criatividade escondida nestas prisões que não tem a chance de sair.

“O concurso de arte estimula a criatividade e dá voz aos presos que não podem vir a uma conferência como esta”, conclui.

Fonte: Christian Today / Redação CPAD News

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